[ Rito de Posse de Dom Guillaume Lians - Catedral Metropolitana de Porto Alegre ]


(Canto de entrada)

Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

Pres: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.


Pres: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Pres: Confessemos os nossos pecados:

Ass: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós. 

Pres: Cristo, tende piedade de nós. 
Ass: Cristo, tende piedade de nós. 

Pres: Senhor, tende piedade de nós. 
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Após o Ato Penitencial, todos assentam-se e um presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Bula de Nomeação Episcopal.

Desta Cátedra Primacial de Roma que por providência divina recebemos, voltamos nossos olhares para as necessidades pastorais das Igrejas Particulares ao redor do mundo, em especial a Arquidiocese de Porto Alegre.

Dada a vacância da Sé Metropolitana de Porto Alegre, pela renúncia do estimado irmão Dom Olavo Arns Scherer, vimos por necessário nomear um novo arcebispo para aquela porção do povo de Deus, a fim de apascentar as ovelhas do rebanho do Senhor.

E tu querido filho, foi visto com bons olhos e ornado dos dotes e virtudes necessárias para este ofício. Por isto, na autoridade do Sucessor do Apóstolo Pedro, te nomeados Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Porto Alegre, com todos os direitos e deveres reservados a este ofício. 

Peço que após ser dada a posse canônica como prevê as leis da Igreja, pelo legado papal no Brasil, transcreva-se uma ata de admissão que deverá ser enviada para a Nunciatura Apostólica, para a Mitra Arquidiocesana de Porto Alegre e para nós.

Por fim caríssimo, guarda as ovelhas que a ti foram confiadas e valorize o ministério que o Espírito Santo o confiou.

Roma, 02 de abril de 2018.
Sua Santidade o Papa Gregório III

Ass: Graças a Deus!

Convém que o Bispo que iniciou a celebração dizer algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Bispo, e o entrega sua cátedra.

O novo Bispo Diocesano, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra.
O clero diocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.


O Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Aos seis dias do mês de abril do Ano de dois mil e dezoito às 18:30, na Catedral Santa Maria Mãe de Deus, Sé Arquidiocesana de Porto Alegre, na presença do  Eminentíssimo  Cardeal Dom Pablo Maxi, Núncio Apostólico do Brasil, dos demais senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de Porto Alegre o Excelentíssimo e Reverendíssimo Sr. Dom Guillaume Lians. No início da cerimônia, após a apresentação do novo bispo, feita por Dom Pablo Maxi, este pediu que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom Guillaume Lians como arcebispo de Porto Alegre, lendo as Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano. Após a leitura do documento, Dom Pablo Maxi entregou o báculo pastoral e a cátedra a Dom Guillaume Lians, dando posse ao novo arcebispo, que presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, Dom Gabriel Giovenali, testemunha de tal posse, bem como por Dom Guillaume Lians, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.
Porto Alegre, dia 06 de Maio do ano 2018.

Após a leitura da Ata, o leitor e o novo bispo a assinam.


Pres: Oremus.
Deus eterno e todo-poderoso, que no sacramento pascal restaurastes vossa aliança, reconciliando convosco a humanidade, concedei-nos realizar em nossa vida o mistério que celebramos na fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Enquanto eles falavam ao povo, vieram os sacerdotes, o chefe do templo e os saduceus, contrariados porque ensinavam ao povo e anunciavam, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos.
Prenderam-nos e os meteram no cárcere até o outro dia, pois já era tarde.
Muitos, porém, dos que tinham ouvido a pregação creram; e o número dos fiéis elevou-se a mais ou menos cinco mil.
No dia seguinte reuniram-se em Jerusalém os chefes do povo, os anciãos, os escribas, com Anás, sumo sacerdote, Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem pontifical.
Colocando-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em que nome fizestes isso? Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: Chefes do povo e anciãos, ouvi-me:
se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado,
ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que esse homem se acha são, em pé, diante de vós.
Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular.
Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos.
Palavra do Senhor.


A pedra que os pedreiros rejeitaram
tornou-se a pedra angular.

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia!
A casa de Israel agora o diga: Eterna é a sua misericórdia!
Os que temem o Senhor agora o digam:Eterna é a sua misericórdia!


A pedra que os pedreiros rejeitaram
tornou-se a pedra angular.

A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se agora a pedra angular.
Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: que maravilhas ele fez a nossos olhos!
Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos!

A pedra que os pedreiros rejeitaram
tornou-se a pedra angular.


Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação; ó Senhor, dai-nos também prosperidade!
Bendito seja, em nome do Senhor, aquele que em seus átrios vai entrando!
Desta casa do Senhor vos bendizemos, que o Senhor e nosso Deus nos ilumine!

A pedra que os pedreiros rejeitaram
tornou-se a pedra angular.


Pres: O Senhor esteja convosco!
Ass: Ele está no meio de nós.

Pres: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
Ass: Glória a Vós, Senhor.

Naquele tempo, tornou Jesus a manifestar-se aos seus discípulos junto ao lago de Tiberíades. Manifestou-se deste modo:
Estavam juntos Simão Pedro, Tomé (chamado Dídimo), Natanael (que era de Caná da Galiléia), os filhos de Zebedeu e outros dois dos seus discípulos.
Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe eles: Também nós vamos contigo. Partiram e entraram na barca. Naquela noite, porém, nada apanharam.
Chegada a manhã, Jesus estava na praia. Todavia, os discípulos não o reconheceram.
Perguntou-lhes Jesus: Amigos, não tendes acaso alguma coisa para comer? Não, responderam-lhe.
Disse-lhes ele: Lançai a rede ao lado direito da barca e achareis. Lançaram-na, e já não podiam arrastá-la por causa da grande quantidade de peixes.
Então aquele discípulo, que Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor! Quando Simão Pedro ouviu dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se às águas.
Os outros discípulos vieram na barca, arrastando a rede dos peixes (pois não estavam longe da terra, senão cerca de duzentos côvados).
Ao saltarem em terra, viram umas brasas preparadas e um peixe em cima delas, e pão.
Disse-lhes Jesus: Trazei aqui alguns dos peixes que agora apanhastes.
Subiu Simão Pedro e puxou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três peixes grandes. Apesar de serem tantos, a rede não se rompeu.
Disse-lhes Jesus: Vinde, comei. Nenhum dos discípulos ousou perguntar-lhe: Quem és tu?, pois bem sabiam que era o Senhor.
Jesus aproximou-se, tomou o pão e lhos deu, e do mesmo modo o peixe.
Era esta já a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado.
Palavra da Salvação.


-HOMÍLIA

Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor; 
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

-OFERTÓRIO (Canto de Ofertório)

Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Pres: Ó Deus de bondade, aperfeiçoai em nós o sublime diálogo simbolizado em nossas oferendas pascais, para que passemos dos afetos terrenos aos desejos do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém!

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, mas sobretudo neste tempo solene em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Vencendo a corrupção do pecado, Realizou uma nova criação. E, destruindo a morte, Garantiu-nos a vida em plenitude. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, transbordando de alegria pascal, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz.

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

Eis o mistério da fé!

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Gregório III, com o nosso bispo Dom Guillaume Lians e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

-COMUNHÃO (Clique aqui)

Pres: Pai celeste, guardai no vosso constante amor aqueles que salvastes, para que, redimidos pela paixão do vosso Filho, gozemos também de sua ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém!

-AVISOS

Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Igreja, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa, por nosso Bispo e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
Ass: Amém.

Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.

E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

Pres: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.

Ass: Amém.
Diác ou Sac: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe, Aleluia, Aleluia!

Ass: Graças a Deus, Aleluia, Aleluia!